
O Tribunal Superior Eleitoral informou que 441 seções eleitorais tiveram o local de votação alterado entre o 1º e o 2º turno das eleições. Segundo o TSE, essas mudanças são consideradas extraordinárias e acontecem por três razões principais: situações climáticas extremas, problemas nas estruturas dos prédios não identificados antes e questões de segurança pública.
A corte deixou claro que não determina nem solicita as alterações. A responsabilidade é das zonas eleitorais, que avaliam as condições de cada local. O número de seções com mudanças oscilou bastante nos últimos dias: na sexta-feira (16/out), o TSE informou 4.300 alterações; no domingo (18/out), o número caiu para 2.033; e até o fechamento da reportagem, eram 411. O tribunal explicou que a variação ocorreu porque o sistema estava contabilizando incorretamente como alterações casos em que o endereço do 1º e do 2º turno era o mesmo.
Os 27 tribunais regionais eleitorais divulgaram nota conjunta na segunda-feira (19/out) reafirmando que a diretriz é não mudar o local de votação entre os turnos sempre que possível. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, pediu que os tribunais regionais orientem as zonas eleitorais a divulgar amplamente qualquer alteração pelos canais disponíveis.
Também na segunda-feira (19/out), a coligação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à Justiça Eleitoral que os eleitores afetados recebam avisos individuais por e-Título, WhatsApp, SMS ou e-mail e tenham acesso a transporte gratuito até os novos locais. Para conferir onde votar, o eleitor pode usar o app e-Título, o Autoatendimento Eleitoral no site do TSE, o ChatVote ou comparecer pessoalmente ao cartório eleitoral mais próximo.
Fonte: Poder360




